sexta-feira, 17 de julho de 2009

Nova empesa em Abrantes

Vai ser construída em Abrantes uma nova fábrica de painéis fotovoltaicos e torres eólicas. Um projecto que, de acordo com o presidente da autarquia, implica um investimento de 818 milhões de euros e criará 1.800 postos de trabalho, dos quais 300 são de engenheiros e quadros técnicos superiores.

O Projecto Integrado de Energia Solar (PIES) «visa agregar toda a cadeia de produção de energia solar, com a instalação de sete unidades industriais, cinco a sete torres eólicas, painéis solares e turbinas de co-geração», explicou Nelson de Carvalho à agência Lusa.

A unidade será instalada na freguesia de Pego, numa área de 82 hectares, com uma área real de implantação de 16 hectares.

O projecto de investimento, da responsabilidade do empresário Alexandre Alves e do Grupo RPP Spolar, é considerado de Interesse Nacional (PIN) pela autarquia, que o apoia junto da Agência Portuguesa de Investimento. Os terrenos foram cedidos a preço simbólico, com isenção de pagamento de taxas urbanísticas e outros apoios ao investimento.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

CAMIOES ESPECIAIS



O transporte de várias turbinas e geradores de vapor para a nova central a gás para produção de energia, na central do Pego, concelho de Abrantes, está a obrigar a uma enorme operação de logística que passa por alterações nas linhas de electricidade e telefones nas várias localidades por onde vão passar os equipamentos. Os camiões de grandes dimensões, com 128 rodas cada, um deles com uma extensão de 47 metros, só circularam durante a noite por estradas secundárias da região de modo a evitar complicações no trânsito e na vida das populações.

Os equipamentos, produzidos pela Siemens, saíram de Roterdão (a segunda maior cidade da Holanda) por barco até Lisboa, de onde foram transportados em barcaças pelo Tejo até Muge (concelho de Salvaterra de Magos). O cais desta localidade teve que ser alargado para o efeito. Aqui as turbinas e geradores foram carregados em camiões especiais seguindo-se uma viagem por estradas dos concelhos de Salvaterra de Magos, Almeirim, Chamusca e Abrantes.

Para a passagem do transporte foi necessário retirar algum mobiliário urbano em algumas localidades e cortar árvores e ramos. Algumas linhas de electricidade e telefones tiveram que ser subidas para uma altura de cerca de oito metros, já que os geradores têm cerca de sete metros de altura. Em algumas zonas em que não foi possível fazer esta alteração foram cortadas as linhas de electricidade e telefones à passagem do transporte, a cargo da empresa Laso, restabelecidas imediatamente a seguir.

Nesta operação estão envolvidos os serviços municipais de protecção civil, juntas de freguesia, EDP, PT e GNR, além de técnicos da empresa de transportes. Segundo José Vieira, da Pegop (empresa responsável pela manutenção e operação da Central Termoeléctrica do Pego) tudo foi programado para causar o mínimo de inconvenientes às populações. Hoje dia 15 de Julho a caravana encontra-se a cerca de 20 Kms do destino, na aldeia de Arreciadas, Abrantes.

Os camiões circularam por Benfica do Ribatejo, Fazendas de Almeirim, Paço dos Negros, Parreira, Chouto e depois pela estrada de ligação a Abrantes e Ponte de Sor. Depois deste primeiro transporte, vai ocorrer um segundo com as mesmas características daqui a um mês, em princípio a meio de Agosto.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Mundo Louco

Um estádio de futebol em Madrid, 20 horas do dia 6 passado, o inacreditável acontece:
80.000 pessoas, na grande maioria jovens. concentram-se só para ver um jovem de 24 anos. Não para o ver jogar, mas somente para lhe dar as boas vindas, como jogador de futebol.
Se acrescentarmos que só o passe custou 94 MILHÕES DE EUROS, e que o vencimento anual deste "puto" vai ser de 18 MILHOES, é razão para dizer

- O MUNDO ESTÁ LOUCO -

segunda-feira, 6 de julho de 2009

VALE MAIS SER LADRÃO, QUE POLICIA

Mais uma vez aconteceu. A policia foi chamada para um assalto e é recebida a tiro. Resultado dois agentes feridos com gravidade.
O sucedido fez-me recordar uma conversa que tive com um amigo, agente da PSP, e que me falou do risco da sua profissão, tão mal recompensada e compreendida pelos governos. Contou-me ele, para justificar esta ideia, de um caso pessoal, que lhe aconteceu no inicio da sua carreira.
Acompanhado de um colega fazia uma ronda pelas ruas de Lisboa, quando foram confrontados com um assalto a uma loja. Prontamente intervieram e apesar de os ladrões estarem armados conseguiram efectuar a sua detenção.
Levaram os larápios para a esquadra onde foram obrigados a estarem durante 4 horas a preencher os mais variados papéis, supostamente necessários. Durante todo o tempo foram sujeitos às mais variadas provocações dos bandidos. No dia seguinte, e apesar de ser o seu dia de folga, teve de acompanhar os ladrões a tribunal, onde depois de varias horas ouviu espantado a juíza mandar os larápios de volta à rua onde aguardariam o julgamento..
Durante 3 meses viveu num constante sobressalto, tanto por ele como pela família, uma vez que por diversas vezes tropeçou num dos ladrões que sempre o olhava com olhos de vingança. Veio o julgamento e nada se alterou, ou melhor até piorou, os ladroes foram condenados a prisão, mas com pena suspensa. Voltaram de novo à rua, possivelmente a fazer assaltos, e os olhares de vingança continuaram. Esta vida de terror manteve-se até que saiu de Lisboa. Ainda hoje quando vai à capital tem medo de ser reconhecido.
Agora pergunta: de que valeu arriscar a vida para deter quem procurava o alheio? Chatices, mais chatices e cabo da saúde, enquanto os ladroes felizes e contentes continuaram no seu dia a dia.
Ah é verdade, para cumulo, no momento da detenção perdeu o seu boné profissional, e para poder continuar a ser policia teve de comprar um novo à sua total custa.
Assim vamos de segurança em Portugal, onde ser policia é um risco sem qualquer subsidio de risco. Algo está mal e …continua.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Desavenças conjugais

Na passada sexta feira, dia 25 pela 1 hora da manhã, desavenças conjugais entre um casal de militares da EPC, levou a que uma jovem perante a ameaça do companheiro tenha tentado fugir na sua viatura. Com a precipitação da situação perdeu o controlo do veiculo, e de marcha atrás percorreu os cerca de 50 metros da acentuada descida da Rua Infante D.Fernando, no Bairro Catroga e Gaio, na cidade de Abrantes, onde depois de bater numa viatura estacionada foi embater violentamente no portão e muros de entrada do nº 195, daquela rua. Felizmente nenhuma viatura ou pessoa circulava naquele artéria, de sentido único de subida, pelo que só houve prejuízos materiais.

sábado, 6 de junho de 2009

Quando hoje ouvi um dos depositantes do BPP exigir do Governo a devolução dos valores desaparecidos do BPP, uma vez que as fraudes existentes naquele banco se deveram em grande parte à falta de fiscalização do Banco de Portugal, pus-me a pensar para com os meus botões.
E pensei assim. Se eu tivesse dinheiro e o guardasse em casa debaixo do colchão, e a minha casa fosse assaltada e o dinheiro roubado, tambem tinha o direito de responsabilizar o Governo, por não ter posto um policia à minha porta, para me proteger dos ladrões?
Agora que culpa tenho eu, para, como cidadão, ter de pagar o que os ladroes roubaram? Exijam a quem ficou com o dinheiro, porque este não desapareceu, não se evaporou no ar. Deve estar nos bolsos de alguem.